sábado, 23 de novembro de 2013

Reais Valores






Enquanto navega pela vida, não evite tempestades e águas bravias. Apenas deixe-as passar. Apenas navegue.
Lembre-se: mares calmos não fazem bons marinheiros.
O mais importante em qualquer jogo não é vencer, mas participar.
Da mesma forma, o mais importante na vida não é o triunfo, mas o empenho.
O essencial não é ter vencido, mas ter lutado bem.
Quando cometer um erro, não olhe para trás por muito tempo. Analise as coisas e então olhe para diante. Erros são lições de sabedoria.
O passado não pode ser mudado.
O futuro ainda está em seu poder.
Hoje é um novo dia!
Muitos vão aproveitar este dia.
Muitos viverão completamente. Por que não você?

Deixa tua dureza derreter-se

Deixa tua dureza derreter-se frente ao novo que te é dado dia após dia. Aprende a ouvir as águas rolando nos seixos, elas trazem uma canção que o teu coração já conhece... Vê, o vento que balança as folhas das árvores é o mesmo que toca tua fronte iluminada. Acompanha o vôo do pássaro sob o céu e sente, o teu espírito é tão livre quanto ele. Sente o silêncio abençoado da natureza e te permite comungar com ela a quietude, a paz que vai em teu ser. Olha tuas flores, mistura tuas cores e cria teu próprio arco-íris. Deixa teu coração presente em tuas palavras, em tuas decisões, em teus silêncios. Deixa a saudade vir e avisar-te de um tempo precioso, onde viveste em liberdade, em alegria, e sente, ainda é tempo de ser feliz. Relembra tua estória, o caminho que fizeste... Quanto aprendeste, quanto mudaste e, quanto ainda há por ser feito... O tempo não pára, ele continua fiel à propria natureza. Sê também fiel a tua e resgata tuas fontes cristalinas, tua alegria generosa, tua confiança no agora, tua dança, tua segurança em DEUS. O mundo não tem outro propósito senão o de ensinar-te que és a alegria de Deus e para ti toda a criação é presente, todo amor é dado. Descansa! Teu jardim ainda é o mais bonito e floresce mansamente aos olhos Daquele que tem por alegria olhar, amar e cuidar de todas as tuas flores.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

A Gente Colhe o Que Planta







A Gente Colhe o Que Planta

Fábio Jr.

Já faz mais de dois mil anos
Que um homem veio à terra
Ensinar prá gente
A força do amor...
Infelizmente o ser humano
Ainda continua em guerra
E quanto menos consciência
Maior a dôr...
A gente colhe o que planta
Disso ninguém vai fugir
Por isso é que não adianta
A gente não pode mais
Se omitir...
Mais coragem, mais vontade
Tá faltando, eu reconheço
Todos querem a verdade
Mas no fundo
Ninguém quer pagar o preço...
Já faz mais de dois mil anos
Que um homem veio à terra
Ensinar prá gente
A força do amor...
Infelizmente o ser humano
Ainda continua em guerra
E quanto menos consciência
Maior a dôr...
Mas um dia a gente vai
Finalmente compreender
O amor que o nosso Pai
Tem por mim e por você...
E esse amor vai ensinar
O que a gente quer saber
Quem tem olhos prá enxergar
Vai ver! Vai ver! ...
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Oh! Oh! Oh!
A gente colhe o que planta
Disso ninguém vai fugir
Por isso é que não adianta
A gente não pode mais
Se omitir..
Mais coragem
Mais vontade
Tá faltando
Eu reconheço
Todos querem a verdade
Mas no fundo
Ninguém quer pagar o preço...
Já faz mais de dois mil anos
Que um homem veio à terra
Ensinar pra gente
A força do amor...
Infelizmente o ser humano
Ainda continua em guerra
Quanto menos consciência
Maior a dôr...

Pra Alegria eu peço Bis







Não me fale de tristeza
Não não não
Não fique aí de bobeira
Não não não
Não me fale de canseira 
Não não não
Aproveite cada momento bom

Não chore de barriga cheia 
Não não não
Não reclame por besteira
Não não não
Siga em frente e não olhe para trás 
o melhor da vida é você quem faz

Não me venha com problemas 
Não não não
Não me crie mais dilemas
Não não não
Se quiser seguir comigo é assim
Aproveite que a vida é curta
E curta assim

Sorria!
Sorria tire a tristeza dessa cara
Celebre que o tempo não para
O bom da vida é ser feliz
E viva de bem com o seu coração 
Pra baixo não fico não
Pra alegria eu peço bis

Pode sorrir!


Sorria tire a tristeza dessa cara
Celebre que o tempo não para
O bom da vida é ser feliz
e viva de bem com o seu coração 
Pra baixo não fico não
Pra alegria eu peço bis 

Não me fale de tristeza
Não não não
Não fique aí de bobeira
Não não não
Não me fale de canseira 
Não não não

Aproveite cada momento bom
Não me venha com problemas 
Não não não
Não me crie mais dilemas
Não não não
Se quiser seguir comigo é assim
Aproveite que a vida é curta
E curta assim

Sorria tire a tristeza dessa cara
Celebre que o tempo não para
O bom da vida é ser feliz
e viva de bem com o seu coração 
Pra baixo não fico não
Pra alegria eu peço bis

Link: http://www.vagalume.com.br/fundo-de-quintal/pra-alegria-eu-peco-bis.html#ixzz2QZG7Q9cX

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Paz no Mundo



Paz no Mundo

A paz no mundo começa dentro de mim,
Quando me aceito, de corpo e alma,
E reconheço meus defeitos, com paciência e calma,
E em vez de me fragmentar em mil pedaços,
Eu me coloco inteiro no que penso, sinto e faço,
Passageiro no tempo e no espaço,
Sem nada para levar que possa me prender,
Sem medo de errar
E com muita vontade de aprender.

A paz no mundo começa entre nós,
Quando eu aceito o teu modo de ser.
Sem me opor ou resistir
E reconheço tuas virtudes
Sem te invejar ou me retrair
E faço das nossas diferenças
A base de nossa convivência.
E, em lugar de te dividir em mil personagens,
consigo ver-te inteiro, nu, real,
Sem nenhuma maquilagem,
Companheiros da mesma viagem
No processo de aprendizagem do que é ser gente.

A paz no mundo começa
Quando as palavras se calam
E os gestos se multiplicam,
Quando se reprime a vergonha
E se expressa a ternura,
Quando se repudia a doença e se enaltece a cura.
Quando se combate a normalidade
que virou loucura
E se estimula o desejo de melhorar a humanidade,
De construir uma outra sociedade,
Com base numa outra relação...

Uma relação em que amar é a regra,
E não mais a exceção.






sábado, 26 de janeiro de 2013

Humano Amor de Deus





Tens o dom de ver estradas
Onde eu vejo o fim
Me convences quando falas
Não é bem assim
Se me esqueço, me recordas
Se não sei, me ensinas
E se perco a direção
Vens me encontrar
Tens o dom de ouvir segredos
Mesmo se me calo
E se falo me escutas
Queres compreender
Se pela força da distância
Tu te ausentas
Pelo poder que há na saudade
Voltarás
Quando a solidão doeu em mim
Quando meu passado não passou por mim
Quando eu não soube compreender a vida
Tu vieste compreender por mim
Quando os meus olhos não podiam ver
Tua mão segura me ajudou a andar
Quando eu não tinha mais amor no peito
Teu amor me ajudou a amar
Quando o meu sonho vi desmoronar
Me trouxeste outros pra recomeçar
Quando me esqueci que era alguém na vida
Teu amor veio me relembrar
Que Deus me ama, que não estou só
Que Deus cuida de mim
Quando fala pela tua voz
Que me diz: Coragem
Que Deus me ama, que não estou só
Que Deus cuida de mim
Quando fala pela tua voz
Que me diz: Coragem
Teu amor veio me relembrar
Que Deus me ama, que não estou só
Que Deus cuida de mim
Quando fala pela tua voz
Que me diz: Coragem
Que Deus me ama, que não estou só
Que Deus cuida de mim
Quando fala pela tua voz
Que me diz: Coragem

sábado, 5 de janeiro de 2013

Pare de carregar a mala dos outros !!!!







Você acredita que carrega malas alheias? Vamos fazer um exercício?
Como você reage quando seu filho não quer fazer a lição? Ou quando alguém não consegue arrumar a própria mala para a viagem de férias, perde a hora do trabalho com frequência, gasta mais do que ganha… e muitas coisinhas mais que vão fazendo você correr em desvario para tapar buracos que não criou e evitar problemas que não afetam sua vida diretamente?

Não afetam a sua vida, mas afetam a vida de pessoas queridas, então, você sai correndo e pega todas as malas que estão jogadas pelo caminho e as coloca no lombo (lombo aqui cai muito bem, fala a verdade) e a sua mala, que é a única que você tem a obrigação de carregar, fica lá, num canto qualquer da estação.

Repetindo, a sua mala, que é a única que você tem obrigação de carregar, fica lá jogada na estação!
Temos uma jornada e um propósito aqui neste planeta e quando perdemos o foco, passamos a executar os propósitos alheios.

A estrada é longa e o caminho muitas vezes nos esgota, pois o peso da carga que nós nos atribuímos não é proporcional à nossa capacidade, à nossa resistência e o esgotamento aparece de repente. 

Esse é o primeiro toque que a vida nos dá, pois, quando o investimento não é proporcional ao retorno, ou seja, quando damos muito mais do que recebemos na vida, nos relacionamentos humanos ou profissionais, é porque certamente estamos carregando pesos desnecessários e inúteis. 

Quando olhamos para um novo dia como se ele fosse mais um objetivo a cumprir, chegou a hora de parar para rever o que estamos fazendo com o nosso precioso tempo. O peso e o cansaço nos tornam insensíveis à beleza da vida e acabamos racionalizando o que deveria ser sacralizado. 

É o peso da mala que nos deixa assim empedernido.

Quanto ela pesa?

Quanto sofrimento carregamos inutilmente, mágoa, preocupação, controle, ansiedade, excesso de zelo, tudo o que exaure a nossa energia vital. 

E o medo, o que ele faz com a gente e quanta coisa ele cria que muitas vezes só existe dentro da nossa cabeça?

Sabe que às vezes temos tanto medo de olhar para a própria vida que preferimos tomar conta da vida dos filhos, do marido, do pai, da mãe… e a nossa mala fica na estação… 

O momento é esse, vamos identificar essa bagagem: ela é sua? Ótimo, então é hora de começar uma grande limpeza para jogar fora o lixo que não interessa e caminhar mais leve. 

Agora, se o excesso de peso que você carrega vem de cargas alheias, chegou a hora de corajosamente devolvê-las aos interessados. 

Não se intimide, tampouco fique com a consciência pesada por achar que a pessoa vai sucumbir ao fardo excessivo. Ao contrário, nesse momento você estará dando a ela a oportunidade de aprender a carregar a própria mala. 

A vida assim compartilhada fica muito mais suave, pois os relacionamentos com bases mais justas e equânimes acabam se tornando mais amorosos, sem cobranças e a liberdade abre um grande espaço para a cumplicidade e o afeto. 

Onde está a sua mala? 

Autoria desconhecida